A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) fecha o cerco na manhã desta segunda-feira, 20, Complexo do Muquiço, na Zona Norte do Rio, para localizar envolvidos e checar informações de inteligência relacionadas ao crime que resultou na morte do policial civil Carlos Alberto, no início deste mês.
O agente, de 35 anos, foi executado no dia 8 de Julho, após ter sido baleado na cabeça em um ataque de traficantes na Avenida Brasil, na altura da Favela do Muquiço. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Albert Schweitzer, mas já chegou em estado gravíssimo e não resistiu.
Carlos Alberto Freire Neto era casado e tinha dois filhos. Ele ingressou na instituição em dezembro de 2023 e estava lotado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) desde maio. Segundo a polícia, as investigações conduzidas até o momento conseguiram reunir elementos relevantes para o avanço das apurações.
“A Polícia Civil reforça que ataques contra seus agentes representam um ataque ao Estado e que todos os envolvidos serão identificados, localizados e responsabilizados”, disse a instituição.




