Alcolumbre projeta rito da PEC quando chegar ao Senado

PODP BAHIA
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), indicou que não deve impor dificuldades, na Casa, à tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que determina o fim da escala 6×1, em debate na Câmara dos Deputados.

A declaração do chefe da Casa Alta teria sido dada, segundo o SBT News, a lideranças partidárias que fazem parte do seu núcleo mais próximo.

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Segundo eles, o parlamentar amapaense reconhece a pressão social pela matéria e disse que dará encaminhamento ao texto quando chegar à Casa.

CCJ: Otto garante tramitação rápida

O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, afirmou que a PEC terá prioridade no colegiado assim que for encaminhada por Davi Alcolumbre.

“É uma matéria de interesse do trabalhador”, disse à mesma publicação o senador baiano.

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Laços rompidos

A dúvida em relação à postura de Davi Alcolumbre diante da PEC se dava após a articulação do presidente do Senado para derrubar o nome do Advogado-Geral da União (AGU) Jorge Messias, que concorria à vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Alcolumbre ainda não retomou as boas relações com o governo. A PEC da Segurança, por exemplo, ainda não caminhou na casa.

Lula e Alcolumbre ficam lado a lado em posse de ministros no TSE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve lado a lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), durante a posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no último dia 12. O ministro André Mendonça assumiu a vice-presidência da Corte.

Este é o primeiro encontro público dos dois depois da rejeição no plenário do Senado da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), e da derrubada do veto de Lula ao projeto de lei da dosimetria.

Além de Lula e Alcolumbre, participaram da cerimônia o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o presidente do STF, Edson Fachin, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e Michelle Bolsonaro.





Fonte:A Tarde

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