Criar um animal de estimação requer paciência e responsabilidade por parte dos tutores. Algumas atitudes, como brigar ou repreender o pet de forma excessiva, podem prejudicar sua saúde e afetar sua qualidade de vida.
Ao brigar com um cachorro, o tutor pode provocar medo e estresse no animal, contribuindo para o aumento dos níveis de cortisol, conhecido como hormônio do estresse.
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Brigar com o cachorro encurta a vida?
Esse pico de cortisol suprime o sistema imunológico e favorece a proliferação de células cancerígenas. A longo prazo, isso pode causar doenças e diminuir o tempo de vida do cachorro.
Além disso, ao levar uma bronca, o cachorro aciona um “modo fujão” e passa a ter medo do tutor em vez de entender qual comportamento deve mudar.
Outro fator que prejudica a vida do pet é a quebra de vínculo. A confiança é perdida e o laço entre tutor e animal enfraquece, criando um distanciamento em uma relação que deveria ser de amizade.
Ao invés do cão interpretar a briga como uma forma de atenção, ele associa o comportamento ao fato de o tutor estar “reparando” nele, o que pode levá-lo a repetir a ação para ser notado e acaba cometendo o mesmo erro.
O que fazer no lugar?
Em vez de brigar, especialistas indicam outros comportamentos para os tutores agirem com os animais. Entre eles estão:
- Foque no bom comportamento: quando seu cachorro acerta, você recompensa, ofereça carinho, passeios, petiscos ou atenção.
- Tire uma recompensa: quando o cachorro fizer algo de errado, tire-o do ambiente ou retire-se você mesmo por alguns minutos da cena por alguns minutos, sem dramas, gritos ou brigas.
- Paciência e persistência: a mudança não acontece da noite para o dia e exige repetição, constância e amor por parte do tutor.
Fonte:A Tarde



