O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comanda, na manhã desta terça-feira, no Palácio da Alvorada, uma reunião com a cúpula da área econômica, articulação política e chefes das principais instituições financeiras estatais.
Na pauta central do debate está o andamento e o balanço operacional do Move Brasil, iniciativa voltada à ampliação do crédito veicular no país.
A mesa de discussões conta com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin e da chefe da Casa Civil, Miriam Belchior. O escalão ministerial é composto por Dario Durigan (Fazenda), Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Bruno Moretti (Planejamento), Sidônio Palmeira (Secom) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral).
A liderança dos bancos públicos marca presença com a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, o comandante do BNDES, Aloizio Mercadante, e o titular da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira.
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Expansão da frota
A rodada de conversas no Alvorada ocorre no dia seguinte à abertura do lote voltado a entregadores e mototaxistas. A modalidade, que permite o financiamento de motos e bicicletas elétricas sob taxas favorecidas, teve início na segunda-feira após sofrer um adiamento de duas semanas no calendário original.
O programa já havia contemplado, em fases iniciadas em junho, as categorias de caminhoneiros, frotistas de ônibus, taxistas e condutores de aplicativo.
“O objetivo estratégico da gestão é acelerar a modernização da frota circulante e priorizar a indústria automobilística local.”
Entraves
Apesar do avanço nas fases, a implementação do programa coleciona entraves técnicos nas pontas de venda. Durante as semanas inaugurais, relatórios de mercado e levantamentos junto a concessionárias apontaram falhas de comunicação digital entre as plataformas dos bancos e as revendedoras, inviabilizando a formalização dos contratos logo no primeiro dia das linhas para motoristas de aplicativo.
Além da burocracia na aprovação do crédito, usuários relataram escassez de veículos no estoque das lojas e prazos de entrega estendidos que alcançavam até 90 dias em determinados modelos.
Idealizado pelo Executivo federal como uma das principais ferramentas para reaquecer o setor automotivo nacional e injetar liquidez no mercado, o Move Brasil oferece taxas subsidiadas para profissionais que dependem de transporte para exercer suas atividades.
O objetivo estratégico da gestão é acelerar a modernização da frota circulante no país e priorizar a indústria automobilística local.
Fonte:A Tarde




