Éden Valadares defende legado do PT na Bahia: “nova cultura política”

PODP BAHIA
Por
3 Min de Leitura
#image_title


O secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou nesta sexta-feira (24) que as gestões petistas implantaram uma nova forma de fazer política na Bahia. Para o ex-presidente estadual da legenda, o processo iniciado com a eleição de Jaques Wagner, em 2006, foi ampliado nos governos de Rui Costa e Jerônimo Rodrigues.

Na avaliação do dirigente, a principal herança do grupo vai além das realizações administrativas e está relacionada à mudança da cultura política do estado. “Um processo na Bahia que tem uma dimensão, eu vou chamar de imaterial, que não é palpável, mas que talvez seja o nosso maior patrimônio é a construção de uma nova cultura política na Bahia”, declarou.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

Éden também comparou o atual cenário com o período de domínio do carlismo. “A Bahia era marcada pelo mandonismo, pelo clientelismo, pela lógica do chicote na mão e o dinheiro na outra mão, do tempo do carlismo, que achava que a Bahia tinha um dono que mandava e obedecia quem tinha juízo”, criticou.

Ao direcionar as críticas ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto, o secretário afirmou que o adversário político representa uma tentativa de retomada daquele modelo. Segundo Éden, apesar de buscar transmitir uma imagem moderna, o ex-gestor teria herdado características políticas do avô, como o autoritarismo e o tratamento desigual entre aliados e adversários.

“Apesar de se apresentar como moderno, o ex-prefeito Salvador é, na verdade, a tentativa de volta dessa política. Então, a Bahia precisa legitimar, renovar essa política que respeita a oposição, que respeita os prefeitos e prefeitas não importando o partido, que respeita a imprensa, o Tribunal de Justiça, a relação com a sociedade civil organizada”, afirmou.

Por fim, o dirigente sustentou que existe uma diferença entre a Bahia anterior à chegada do PT ao governo e o estado construído durante as administrações de Wagner, Rui e Jerônimo. “Uma Bahia para todos e todas. Uma Bahia que não esquece nenhum dos seus filhos e que mira na inclusão social, na justiça social como forma de desenvolvimento, de crescimento, de prosperidade para as famílias baianas”, concluiu.



Source link

Compartilhe Este Artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *