A Fórmula 1 (F1) está avaliando alternativas para ajustar o calendário da categoria caso as dificuldades para a realização das provas no Oriente Médio continuem. A informação é do jornal norte-americano The New York Times. De acordo com o veículo a Federação Internacional do Automóvel (FIA) cogita trazer o Grande Prêmio (GP) da Malásia que fez parte da F1 entre 1999 e 2017.
Isso tudo está acontecendo porque a temporada da categoria foi planejada para acontece com 24 corridas, sendo quatro delas no Oriente Médio. Essas etapas seriam realizadas na Arábia Saudita, em Abu Dhabi, no Bahrein e no Catar. Apesar disso, duas dessas quatro corridas foram canceladas depois do agravamento do conflito entre os Estados Unidos da América (EUA) e o Irã.
Desde então, dirigentes da categoria vêm trabalhando para encontrar uma solução para esses problemas. Inclusive se pensou em colocar o GP do Bahrein no fim de semana de 3 e 4 de outubro, mas novos episódios de tensão geraram novas preocupações. Por conta disso, a pista de Sepang, onde era realizado o GP da Malásia, pode ser “resgatado”, em especial pela questão de logística.
Até o momento, nenhuma definição foi oficializada pela FIA e nem pela Fórmula 1, já que esse movimento também pode afetar outro campeonato. Neste caso seria o Campeonato Mundial de Endurance (WEC), que também é organizado pela entidade. Caso o retorno seja confirmado pela FIA o GP da Malásia voltará ao calendário da F1 pela primeira vez desde 2017. Isso faria com que a categoria realizasse o 20º GP Fórmula 1 em sua história.




