Salvador recebe, nos dias 17 e 18 de julho, a 3ª edição da Caravana MOVAÊ – Caravana do Empreendedorismo Negro, iniciativa da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (SEPROMI), executada pela Associação Afoxé Filhos de Gandhy.
A programação será realizada das 8h às 17h, no Colégio Estadual Duque de Caxias, no bairro da Liberdade, reunindo serviços gratuitos, formação profissional, cidadania e ações de fortalecimento do empreendedorismo negro.
A Caravana faz parte de um conjunto de 24 edições previstas em diferentes territórios da Bahia, com o objetivo de ampliar o acesso da população negra a políticas públicas, qualificação profissional e oportunidades de desenvolvimento econômico.
Trilha de conhecimento e emissão da nova identidade
No dia 17 de julho, os participantes poderão acompanhar a Trilha de Conhecimento, com conteúdos voltados para gestão de negócios, formalização, comercialização, logística e comunicação para pequenos empreendedores.
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A programação inclui ainda:
- Atendimento do CrediAfro, com orientações sobre linhas de microcrédito;
- Serviço de Atendimento ao Empreendedor (SAE);
- Emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) pelo SAC Móvel.
Feira MOVAÊ e serviços de empregabilidade
No dia 18 de julho, a programação será marcada pela Feira MOVAÊ, reunindo empreendedores locais para exposição e comercialização de produtos e serviços.
O público também terá acesso a:
- Serviços de empregabilidade do SineBahia;
- Vacinação e testagem rápida;
- Atendimentos de estética;
- Atividades recreativas para toda a família;
- Apresentações culturais de artistas do território.
Foco no desenvolvimento econômico dos territórios
Segundo a organização, a Caravana MOVAÊ busca ir além de uma ação itinerante de prestação de serviços. A proposta é fortalecer redes locais de empreendedorismo negro, ampliar o acesso da população a políticas públicas e contribuir para o desenvolvimento econômico e social dos territórios onde é realizada.
A escolha da Liberdade para esta edição leva em conta a forte representatividade da população negra no bairro e o potencial de geração de renda por meio de pequenos negócios locais.
Fonte:A Tarde




