Quis o destino — ou talvez os “deuses do futebol” — que Lionel Messi comandasse a Argentina à final da Copa do Mundo de 2026 no mesmo palco em que, há dez anos, anunciou sua aposentadoria da seleção.
Nesta quarta-feira, 15, com duas assistências do craque, a Argentina venceu de virada a Inglaterra e garantiu vaga na final do Mundial, que será disputada no MetLife Stadium, localizado em Nova Jersey, na região metropolitana de Nova York, nos Estados Unidos.
O estádio da despedida
Foi exatamente nesse estádio, em 26 de junho de 2016, que o camisa 10 e capitão argentino anunciou sua despedida da Albiceleste após mais uma decepção. Na ocasião, a Argentina foi derrotada pelo Chile na final da Copa América Centenário. Messi desperdiçou uma cobrança na disputa por pênaltis e viu os chilenos conquistarem o bicampeonato consecutivo sobre os argentinos.
Na zona mista do MetLife Stadium, Lionel Messi confirmou sua aposentadoria da seleção ao afirmar, em meio à frustração, que “pelo bem de todos, por mim e por muita gente que deseja isso” não jogaria mais pela equipe nacional.
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A aposentadoria durou apenas dois meses
A decisão, que chocou não apenas os argentinos, mas o mundo do futebol, durou apenas dois meses. O destino — aquele que, muitas vezes, “escreve certo por linhas tortas” — levou Messi de volta ao mesmo palco onde, tomado pela frustração, decidiu encerrar sua trajetória com a Argentina.
Agora, dez anos depois, o camisa 10 terá a oportunidade de conquistar o bicampeonato mundial e o tetracampeonato da Albiceleste, consolidando ainda mais seu legado entre os maiores jogadores da história do futebol e também entre os maiores esportistas de todos os tempos.
Dez anos depois, a chance de fazer história
Neste domingo, 19, às 16h, no MetLife Stadium, dez anos após o choro e o anúncio da aposentadoria, Lionel Messi comandará a Argentina na decisão contra a Espanha em busca do tetracampeonato mundial e de mais um capítulo marcante em sua trajetória pela seleção.
Fonte:A Tarde




