Zema associa trabalho informal a auxílios e critica “geração de imprestáveis”

PODP BAHIA
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Pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), subiu o tom nesta segunda-feira, 22, ao defender uma ampla de reforma econômica no país.

Na tentativa de fazer um aceno ao setor empresarial, o postulante ao Planalto afirmou que o país vem produzindo “uma geração [de jovens imprestáveis]” ao criticar, o que segundo ele, aparenta ser falta de estímulo profissional.

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“Muitos aqui devem estar enfrentando dificuldade para contratar mão de obra. O que tem de ‘marmanjão’ de 20 a 25 anos recebendo [benefícios sociais] e que só aceita fazer bico, não está escrito. […] Nós estamos criando uma geração de imprestáveis”, disse Zema.

As declarações do pré-candidato a presidente da República foram dadas durante a nova edição do evento A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. O portal A TARDE acompanha as discussões no Centro Ulisses Guimarães nesta tarde.

Em seguida, Zema classificou o avanço do trabalho informal como um “problema crônico” que já está passando de pai para filho. Ele citou sua própria experiência empresarial para ilustrar o cenário.

“Eu acompanho a minha empresa lá de distância, sempre converso com alguns executivos e estou muito a par desse problema.”

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Solução: queda de juros e defesa de reformas estruturais

Como solução, o ex-governador defendeu uma reforma estrutural imediata tanto na Previdência como na Administração.

Segundo Zema, o controle rígido dos gastos públicos é o único caminho para a redução sustentável da taxa de juros no Brasil, e mencionou algumas antigas medidas.

  • Teto de gastos: Defendeu o retorno de mecanismos rígidos de controle fiscal, como o teto de gastos aprovado no governo Temer.
  • Alívio para o setor privado: Zema defende que “juros menores significam menos ônus para o setor privado e mais investimentos”.
  • Viabilidade de projetos: por fim, Zema ainda argumentou que a queda dos juros viabilizará muitos projetos que hoje “não param de pé” devido ao custo do crédito.





Fonte:A Tarde

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