O grupo Business Bahia promoveu, nesta quinta-feira, 11, o painel Eleições 2026 Bahia & Brasil, com o objetivo de debater os cenários local e nacional do pleito que acontece em outubro deste ano.
O evento aconteceu na Casa do Comércio, em Salvador, e fez parte das celebrações pelos seis anos do selo Made In Bahia, promovido pela instituição que representa o empresariado baiano.
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A mesa foi composta pelo editor do núcleo de política do Grupo A TARDE, Eduardo Dias, assim como os também jornalistas Victor Pinto e Fernando Duarte, da Band News e Bahia Notícias. A mediação ficou por parte da apresentadora Tiale Acrux, da Record Bahia.
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O encontro abordou as mudanças partidárias dos principais agentes políticos, impactos do caso Banco Master na campanha, presença da Inteligência Artificial nas eleições e como deve ser a disputa eleitoral no Brasil e na Bahia, tendo como foco nomes como Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União).
“Foi um debate sobre áreas que a gente acompanha de perto, como os bastidores, são as campanhas políticas, o acompanhamento também das decisões mais recentes em torno das eleições. Acho que a gente tem pela frente um período que eu julgo que vai ser complicado, mas que se torna fácil de explicar. O eleitor atual não dá muita atenção, não se apega muito, às questões de arrumação partidária, de mudança de lado entre chapas”, avaliou Eduardo Dias.
Eduardo Dias, editor de política do Grupo A TARDE
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Foto: Denisse Salazar /AG. A TARDE
O eleitor é muito fiel àquilo em que ele acredita. Ele dificilmente muda de lado tão facilmente. É um apego partidário, um apego com o nome, com a imagem do político
Eduardo Dias
“Apesar da influência das questões tecnológicas, como o uso da IA nas campanhas, vai pesar na eleição desse ano, imagino que a gente ainda tenha, principalmente na Bahia, uma forte resistência à essas mudanças provocadas por esse tipo de mecanismos. Então, eu espero que a gente tenha uma eleição tranquila, por mais que seja difícil de acreditar, mas que seja uma eleição justa”, completou o editor de política de A TARDE.
Fonte:A Tarde




