
A Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou que não deve fechar o acordo de delação premiada com o banqueiro Daniel Vorcaro dentro do que vinha sendo negociado por considerar os termos atuais insuficientes. Conforme noticiou o portal R7, o órgão cobrou a entrega de novas provas e informações mais robustas.
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A Polícia Federal (PF) rejeitou a proposta na última semana. O Ministério Público (MP), do qual a PGR faz parte, considera que os relatos apresentados por Vorcaro até o momento não trazem elementos novos ou consistentes que justifiquem os benefícios jurídicos que seriam concedidos a ele.
Vorcaro foi preso preventivamente pela PF em operação que investiga fraudes no sistema financeiro. Segundo as apurações, esquemas milionários teriam aumentado o patrimônio do banco, o que inclui negociações com institutos de previdência. Além disso, o banqueiro é suspeito de lavagem de dinheiro e obstrução de justiça.




