A influenciadora Deolane Bezerra, 38, foi presa em uma ação conjunta do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro nesta quinta-feira (21). A famosa, que já foi presa em outra ação em 2024, tem três filhos e costuma compartilhar momentos com os herdeiros nas redes sociais.
O filho mais velho da ex-Fazenda é Giliard Santos, de 22 anos. O rapaz foi adotado pela empresária quando tinha apenas 16 anos. Em 2024, ele se definia nas redes sociais como “apostador profissional“, mas a descrição foi removida do perfil dele no Instagram.
Atualmente, o rapaz ostenta viagens para diversos países em suas redes sociais. Giliard já publicou fotos em Tokyo, no Japão, em Dubai, nos Emirados Árabes, e também em locais luxuosos no Brasil. “Só quem se arrisca merece viver o extraordinário”, diz ele na biografia do Instagram, acima de um link para o site de apostas Zeroumbet, criado pela mãe.
Kayky Bezerra é o filho de meio de Deolane. O rapaz, de 19 anos, nasceu quando a influenciadora cursava Direito. No Instagram, o rapaz publica suas viagens para locais luxuosos, além dos carros caros que adquiriu com a família. Ele também divulga o site de apostas da mãe nas redes sociais. “Pro Rei eu peço a benção pra seguir nessa estrada”, avalia ele no perfil.
Valentina Bezerra é a filha mais nova de Deolane, de apenas nove anos. A pequena já tem 1 milhão de seguidores no perfil que possui no Instagram. O perfil é administrado pela mãe, conforme anunciado na biografia dela.
Prisão de Deolane Bezerra
A influenciadora foi presa pela Operação Vérnix, que investiga suposta relação entre a influenciadora e outras pessoas em um esquema de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital), a principal facção de São Paulo.
Na última semana, o nome da famosa, que estava em Roma, na Itália, foi incluído na lista da Difusão Vermelha da Interpol, mas ela retornou ao Brasil na última quarta-feira (20). As informações foram apuradas pelas CNN Brasil.
Além de Deolane, foi preso Marco Herbas Camacho (Marcola), e são investigados um irmão e dois sobrinhos do homem apontado como número 1 da facção. Além deles, um dos investigados seria operador financeiro do esquema, identificado como Everton de Souza, vulgo “Player”.




