
O pré-candidato à presidência da República, Renan Santos (Missão), comparou a escola entre Lula e Flávio Bolsonaro como escolher entre “pegar ebola ou ser atropelado”. A declaração do político ocorreu nesta quinta-feira (21), quando ele participou da 27ª Marcha dos Prefeitos, ocorrida em Brasília.
No momento em que fez a comparação, Renan, que se colocava como a terceira via das eleições deste ano, havia sido questionado quem escolheria apoiar caso não passe para o segundo turno.
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“O que é pior são quatro anos sem Renan Santos na presidência da República. Isso é o pior. Os outros dois [Lula e Flávio], sinceramente, eu já dei alguns exemplos antes, você prefere pegar ebola ou ser atropelado por uma carreta? Dá uma boa discussão, em ambos os casos você se dá muito mal”, declarou.
O líder do Movimento Brasil Livre, apesar de estar mais alinhado com pautas defendidas por Flávio Bolsonaro, afirmou não ter nada haver com a família do senador, assim como com o Partido dos Trabalhadores. Santos aproveitou a fala para afirmar que não quer ser visto pelo eleitorado como “louco antissistema”.
O presidenciável aproveitou para chamar de “política eleitoreira” e “pilantragem do PT” a campanha pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da escala 6×1 e afirmou que pretende fazer uma reforma do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Tem que acabar com as decisões monocráticas, temos que acabar com os escritórios de advocacia ligados a ministros”, defendeu.




