A influenciadora Deolane Bezerra, 38, que foi presa na manhã desta quinta-feira (21), costuma ostentar bens de luxo nas redes sociais. Em seu perfil do Instagram, seguido por mais de 21 milhões de seguidores, a advogada contabiliza os imóveis que possui e costuma posar com seus carros de luxo.
Horas antes de ser presa, a influenciadora posou com uma bolsa da marca Hèrmes, avaliado em cerca de US$ 65 mil, valor que ultrapassa R$ 325 mil na cotação atual.
O acessório chamou atenção nas redes sociais e voltou a reforçar a imagem de ostentação frequentemente associada à advogada e empresária.
Confira o patrimônio milionário de Deolane Bezerra, que inclui imóveis, carros e bolsas de grife.
Bolsas
Além da bolsa exibida por Deolane antes da prisão, ela tem uma coleção de acessórios de diversas grifes de luxo como Chanel, Louis Vuitton e Prada.
Carros
Na operação desta quinta-feira, foram apreendidos quatro carros apenas da influenciadora, sendo eles: uma Range Rover, um Escalade, um Jeep Limited e um Mercedes-AMG. Ao todo, estima-se o que os veículos juntos ultrapassam valores milionários.
Somado, o valor dos veículos pode chegar a R$ 2,5 milhões.
Casas
Deolane Bezerra também costuma compartilhar as casas adquiridas por ela nas redes sociais. Em julho de 2024, a advogada posou em uma casa em Orlando, na Flórida, contando que aquele seria o décimo segundo imóvel comprado por ela.
“Não é ostentação, é superação. Seja bem vinda casa 12. Obrigada Papai do Céu, tudo para tua honra e glória”, escreveu a influenciadora.
Em outras postagens, ela mostrou outras mansões que adquiriu fora do país, além de exibir obras em andamento de outros imóveis, evidenciando que possui mais de 12 casas em seu patrimônio.
Jatinho
Em dezembro de 2025, a advogada decidiu adquirir um jatinho particular, com lugar para 7 passageiros, estimado em milhões de reais. “Obrigada Deus”, declarou a influenciadora ao posar com a aeronave.
Deolane Bezerra foi presa durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital).
De acordo com as investigações, a operação também executou mandados de prisão preventiva contra integrantes apontados como ligados à liderança da facção criminosa, entre eles familiares de Marco Herbas Camacho, o Marcola.
A Justiça ainda determinou o bloqueio de valores milionários em contas bancárias, a apreensão de veículos de alto padrão e outras medidas de restrição patrimonial contra os alvos da investigação.
As investigações começaram em 2019, após a apreensão de bilhetes e documentos manuscritos na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo.
Com base nesse material, a polícia instaurou diferentes inquéritos para apurar movimentações financeiras consideradas atípicas e possíveis ligações entre empresas, operadores financeiros e membros da organização criminosa.




