filho de Bolsonaro usava identidade falsa para pedir empréstimos em banco e dar calote

PODP BAHIA
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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) descobriu que o grupo comandado por Jair Renan Bolsonaro, o filho “zero quatro” do ex-presidente,  inventaram uma pessoa fictícia com documentos falsos para pegar empréstimos em bancos privados e depois não pagar.

O “laranja” que não existia

O grupo criou do nada a identidade falsa de Antonio Amancio Alves Mandarrari. Essa pessoa fantasma era usada para abrir contas bancárias e aparecer como dona de empresas de fachada.

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Segundo infotmações do PDQ Notícias e Política, para convencer os bancos, eles falsificaram documentos dizendo que a empresa de Jair Renan faturava R$ 4,6 milhões.

Com o golpe montado, conseguiram crédito nos bancos e deixaram uma dívida de mais de R$ 360 mil. Parte desse dinheiro ainda foi usada para pagar contas pessoais de cartão de crédito.

Mesmo depois de Jair Renan se mudar para Santa Catarina para tentar proteger sua imagem e construir uma carreira política local, a Justiça continua a investigar o caso. Ele virou réu e responde pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso.



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