primeiro show após a perda

PODP BAHIA
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Nabiyah Be –

O palco da Arena A TARDE foi cenário de um dos momentos mais emocionantes da carreira de Nabiyah Be neste sábado, 25. Em entrevista exclusiva, a cantora e atriz, que brilha em produções de Hollywood, abriu o coração sobre o peso simbólico de realizar sua primeira apresentação solo em sua cidade natal após o falecimento de seu pai, a lenda mundial do reggae Jimmy Cliff.

Nabiyah Be

Nabiyah Be | Foto: Denisse Salazar/ Ag. A TARDE

Um reencontro marcado pelo luto e pela arte

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Radicada nos Estados Unidos, Nabiyah tentava trazer sua turnê para a capital baiana há tempos, mas quis o destino que o encontro com o público soteropolitano ocorresse em um momento de profunda transição pessoal.

“É a primeira vez que eu estou vindo com o meu show para Salvador e logo após a morte do meu pai. Então para mim é muito simbólico, é muito bonito. E é abrindo para o Cidade Negra. Eu acho isso muito potente e arquitetável”, revelou Nabiyah com.

O reggae no DNA e no mainstream

Filha de um dos maiores ícones do gênero, Nabiyah também comentou sobre a “nova onda” de relevância que o reggae tem conquistado em 2026. Para ela, o ritmo está atravessando gerações e se renovando sem perder a essência filosófica.

“Eu acho tudo muito inovador. O reggae está tendo uma nova onda de relevância no mainstream e eu estou surfando essa onda também. Acho que está dando força à mensagem e filosofia, alcançando corações que ainda não conheciam a história, mas gostam do ritmo”, destacou a artista, que assina a composição e produção musical de seus trabalhos.

O retorno às origens baianas

Nabiyah Be em entrevista ao A TARDE

Nabiyah Be em entrevista ao A TARDE | Foto: Denisse Salazar/ Ag. A TARDE

Após um período de busca por uma identidade independente — o que ela chama de seu “grito aquariano” para se desvencilhar de rótulos — Nabiyah afirma que o amadurecimento a trouxe de volta para casa.

“Depois que essa rebeldia passou, agora eu me vejo voltando mais. Hoje eu toco músicas com referências da Bahia e do reggae. Antes eu dei o meu grito de que a Bahia foi importante, mas agora consigo estar mais calma voltando para as origens.”

O que não pode faltar no show

Para quem assistiu à performance na Arena A TARDE, a entrega foi total. Segundo a própria artista, os elementos essenciais de sua apresentação são inegociáveis: “Muita presença, vocais potentes e a bateria comigo”, ressalta.





Fonte:A Tarde

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