Cria do Palmeiras, JP Talisca aposta no DNA do Jacuipense em reencontro

PODP BAHIA
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Às vésperas de enfrentar o Palmeiras pela Copa do Brasil, JP Talisca, zagueiro da Jacuipense e que é formado na divisão de base do Palmeiras, irá reencontrar o Verdão, time no qual fez parte de uma triunfante safra sendo bicampeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior e sendo titular ao lado de nomes como Estêvão.

Aos 23 anos, JP Talisca retorna ao Allianz Parque nesta quinta-feira, 23, pelo jogo de ida da 5ª fase da Copa do Brasil. Desta vez, o zagueiro será adversário e defenderá o Jacuipense que faz a melhor campanha da sua história. Mas é inegável que o confronto reacende boas lembranças. 

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JP Talisca concedeu entrevista exclusiva ao portal A TARDE e falou sobre a experiência obtida nos tempos de jogador do Palmeiras, e como isso pode ajudar o Jacuipense a passar de fase na Copa do Brasil.

Experiência na base do Palmeiras

Talisca falou sobre o período que esteve defendendo as cores do Verdão, sobre seus títulos e como seu conhecimento da filosofia do time paulista e a semelhança de mentalidade entre a base e o profissional.

“Conquistei esses dois títulos, esse bicampeonato da Copa São Paulo de Futebol Júnior, que foi um dos principais que ainda o Palmeiras não tinha conseguido. E passei quatro anos lá na base, mas participei de alguns treinos no profissional também. E sei que a metodologia, a mentalidade é muito parecida, no profissional e na base”.

Talisca complementou a fala, ressaltando como o Palmeiras insere o “DNA” de jogo desde cedo em seus atletas, e comentou a possibilidade de usar isso ao seu favor.

“Eles já colocam essa identidade desde a base. Conversei até com alguns colegas aqui de equipe, com o capitão, Marcelo Pereira, e com certeza a gente pode, pelo conhecimento, podemos tirar proveito e ser feliz nesses dois jogos aí da Copa do Brasil”.

Talisca comemorando título com familiares

Talisca comemorando título com familiares | Foto: Fabio Menotti/Palmeiras

Gratidão pela base do Vitória

Talisca reforçou a gratidão que sente pelo Esporte Clube Vitória, time no qual fez a maior parte de sua formação para jogador profissional.

“Eu sou muito grato ao Esporte Clube Vitória. Foi o primeiro clube de base que eu tive, e foi ali onde eu amadureci. Passei seis anos e meio na base do Vitória e amadureci como atleta e como pessoa”.

“Foi onde eu amadureci como pessoa, como atleta. E sou muito grato. Inclusive, reencontrei jogando na semifinal do Campeonato Baiano. E tenho uma gratidão enorme pelo Esporte Clube Vitória”.

Talisca pela base do Vitória

Talisca pela base do Vitória | Foto: Reprodução / Redes Sociais

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Diferença do Brasil para a Europa

Antes de voltar ao Brasil para jogar pela Jacuipense, Talisca passou pelo time B do FC Alverca, que joga a série C do Campeonato Português, e ressaltou a sua maior dificuldade de adaptação na Europa.

“A adaptação foi um pouco difícil porque, por praticamente 16 anos, estive acostumado a estar em casa com minha família e amigos. Mudar de cidade e até de país torna o processo difícil, pois não temos por perto as pessoas que amamos e com quem queremos conviver diariamente. Quanto ao clima, o corpo e o dia a dia nos ajudam a adaptar rapidamente”.





Fonte:A Tarde

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